Se hoje ainda fosse Páscoa

Domingo passado comemoramos uma das mais famosas festas cristãs, a páscoa. Celebrada há milhares de anos pelo povo hebreu, tendo como base à libertação do povo do Egito para a terra prometida, hoje o significado da festa para os cristãos de todo o mundo é a libertação da escravidão do pecado e por consequência, a morte, adquirida pelo sacrifício de Jesus Cristo na cruz.

Uma festa de profunda introspecção, por se tratar de sacrifício, mas de gigantesca alegria, por se tratar de libertação. Pensar no Deus que se fez homem. Nasceu, cresceu, morreu e ressuscitou. Não sei se você já parou para pensar, mas Jesus teve que ser um bebezinho, alimentado, limpo e ensinado pelos pais sobre seu idioma e cultura, sobre como se portar em público e como lidar com as pessoas. É fácil escrever que Ele se fez homem, mas poucas vezes pensei sobre cada aspecto da vida humana, em cada aprendizagem, que Ele passou, por Amor.

O sacrifício não foi apenas a sua morte, mas também a sua vida.

Ele se esvaziou. E tomou para si, todo o salário que era nosso, todo o pecado da humanidade, antes, durante e depois, pelo seu pecado de hoje! Ele também levou nossas dores e enfermidades, prometeu nEle uma libertação que ninguém mais poderia oferecer somente Deus, Ele morreu, por Amor.

E a revelação da sua existência divina se comprova ainda uma vez, gloriosamente ele ressuscita dos mortos, Ele vence a morte! E não somente para si, mas graças a sua ressurreição temos a promessa de reviver com Ele, através da fé e da graça, ainda nessa vida aqui na terra e mais tarde, na vida eterna com Ele.

Sem duvidas é uma história para ser lembrada. É digna de filmes (que sem duvidas venceriam como melhor roteiro) e livros (dentre os mais vendidos). É muito bem elaborado e profundo, mas o mais surpreendente é que, pasme, essa história é 100% real.

Você deve ter esboçado um riso, ou uma cara de espanto, mas eu precisava destacar isso. Muitas pessoas (inclusive cristãs) não acreditam muito nisso, ou pelo menos vivem como se não acreditassem. Do contrário, essa vida os inspiraria de tal forma que não conseguiríamos ser os mesmos, nem ao menos dar um passo ser ter certeza que essa é a plena vontade de Deus para nós.

Se acreditássemos no Cristo, a páscoa seria comemorada todos os dias em nossas igrejas, reuniões, famílias e principalmente, em nossos corações.

Conheça o site: Conhecer Deus

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